Olá Tchurminha!
Faremos uma atividade especial durante esta semana: a Maquete Ambiental!
Para tanto, precisamos juntar material!
Peço que cada aluno separe todo tipo de reciclável e o leve para a Escola, limpo e seco. Reutilizaremos estes materiais na construção de algumas paisagens do mundo em três dimensões. As Maquetes Ambientais serão feitas em grupo e representam um dos momentos mais importantes do trabalho no 9º ano.
Colaborem e bom início de semana!
Prof. Rangel Lima Garcia
domingo, 30 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
DESAFIO DO CONHECIMENTO - nova data 19/08
Queridos alunos!Quanta saudade...
Gostaríamos de lembrar que o nosso Desafio está chegando...
Temos uma nova data: 19/08.
Aproveitem para dar uma passada no site. Ele está recheado de dicas e links, além do Desafio do ano passado.
Não desanimem! Contamos com a participação de vocês!
Um abraço carinhoso,
Magda, Cibele e Rangel
http://www.viagemdoconhecimento.com.br/
http://www.viagemdoconhecimento.com.br/
terça-feira, 11 de agosto de 2009
FISICA 9A - ATIVIDADES 2 E 3
Querido 9A
Esse blog modifica a página... Então coloquei as atividades 2 e 3, dos dias 12,13 e 14/08 no seguinte link:
http://dl.getdropbox.com/u/1728062/Atividades%202%20e%203%209A.pdf
Tenham um bom trabalho e não se esqueçam de levar tudo o que fizeram para a Escola na segunda-feira!
Qualquer dúvida, poste um comentário ou me procure quinta-feira na Escola , das 11às 12 h.
Vera
Esse blog modifica a página... Então coloquei as atividades 2 e 3, dos dias 12,13 e 14/08 no seguinte link:
http://dl.getdropbox.com/u/1728062/Atividades%202%20e%203%209A.pdf
Tenham um bom trabalho e não se esqueçam de levar tudo o que fizeram para a Escola na segunda-feira!
Qualquer dúvida, poste um comentário ou me procure quinta-feira na Escola , das 11às 12 h.
Vera
FISICA 9A - atividade 2 - para 12 e 13/8
Queridos alunos do 9A ATIVIDADE 2
Iremos prosseguir na matéria, iniciando a terceira seção. Aconselho que a leia no livro. Em caso de dúvidas, escreva um comentário . Se precisar, estarei na escola na quinta-feira 13/8, de 11h às 12h.
Ela trata de um tipo de calor, que quando é recebido pelo corpo, provoca a elevação de sua temperatura: o calor sensível. É o tipo de calor que recebemos quando tomamos banho de Sol ou quando colocamos uma panela de água para aquecer.
A quantidade de calor sensível, notada pela letra Q ( o livro de vocês usa DQ), que um corpo ou uma substância de massa m recebe, irá provocar nele um aumento de temperatura DT (lê-se “delta T”). A variação da temperatura DT é calculada pela diferença entre as temperaturas final e inicial : DT = Tfinal – Tinicial
Em geral, medimos Q em calorias (cal), m em gramas (g) e DT em grau Celsius(oC).
Cada substância tem um aquecimento característico quando ela recebe o calor. Os metais, recebendo pouco calor, sofrem grande aumento de temperatura; já a água precisa receber muito calor para se aquecer. Existe uma constante, que é tabelada para cada estado físico de cada substância, chamada de calor específico c.
O calor específico determina a quantidade de calor que cada um grama da substância precisa receber para que sua temperatura aumente de um grau Celsius. A água precisa receber uma caloria de calor para que a temperatuta de cada um grama de água tenha a sua temperatura aumentada de 1oC, isto é o calor específico da água é c = 1 caloria por grama e por grau Celsius, ou seja c = 1 cal/g.oC. Já o ferro possui um calor específico bem menor : c(ferro) = 0,11 cal/g. oC.
Existe uma expressão que relaciona essas quatro grandezas acima. Ela é a fórmula fundamental da calorimetria:
Q = m.c.DT
onde # Q é a quantidade de calor recebida, medida em calorias (cal);
# m é a massa do corpo ou material que está sendo aquecida, medida em
gramas (g);
# c é o calor específico do material, medido em cal/g. oC;
# DT é a variação de temperatura ocorrida, medida em graus Celsius (oC).
Faça os exercícios das folhas 1 e 2 , a seguir.
________________________________________
CALORIMETRIA 1 – EXERCÍCIOS
Folha 1
Repita os exercícios a seguir, conforme o exemplo.
1. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 100g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 10°C para 85°C ?
Q=?
m=100g
c=1cal/g.°C
DT=85-10=75°C Q = m.c.DT
Q=100.1.75
Q=7500 cal
2. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 250g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 20°C para 60°C ?
3. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 100g de alumínio (c=0,2cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 50°C para 250°C ?
4. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 300g de ferro (c=0,1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 12°C para 77°C ?
5. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 20g de gelo (c=0,5cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de -30°C para -10°C ?
6. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 200g de vapor (c=0,4cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 110°C para 160°C ?
7. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 150g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 25°C para 85°C ?
Respostas
2)10000cal 3)4000cal 4)1950cal 5)200cal 6)4000cal 7)9000cal
__________________________________
CALORIMETRIA 1 – EXERCÍCIOS
Folha 2
Vamos trabalhar as inversões da fórmula fundamental da calorimetria:
Q = m.c.DT m = Q ou c = Q ou DT = Q
c.DT m.DT m.c
Identifique cada dado, a pergunta e faça a conta, como o exemplo a seguir.
1. Um corpo de massa 50g recebe 300 calorias e a sua temperatura sobe de -10°C até 20°C. Determine o seu calor específico.
Q = 300 cal
m = 50 g
c = ?
DT = 20 - (-10) = 30 °C
c = 300 = 0,2 cal/g.°C
50.30
2. Uma amostra de 100 g de um líquido tem sua temperatura aumentada de 10°C para 30°C quando absorve 2000 calorias. Qual é o calor específico desse líquido?
3. 1000 g de glicerina (c=0,6cal/g.°C) recebe 12000 cal de uma fonte.Determine a variação de temperatura que ela sofrerá?
4. Uma substância (c=0,4cal/g.°C) está a 20°C. Ao receber 720 cal, sua temperatura passa a 50°C. Determine a sua massa.
5. Uma certa massa de água (c=1cal/g.°C),ao receber 8000 calorias, tem sua temperatura elevada de 35°C para 75°C. Determine o valor dessa massa.
6. Uma amostra de 200 g de um líquido tem sua temperatura aumentada de 20°C para 70°C quando absorve 4000 calorias. Qual é o calor específico desse líquido?
7. Uma substância (c=0,1cal/g.°C) está a 20°C. Ao receber 1950 cal, sua temperatura passa a 85°C. Determine a sua massa.
8. 100 g de um metal (c=0,2cal/g.°C) recebe 4000 cal de uma fonte.Determine a variação de temperatura que ela sofrerá?
Respostas
2)1cal/g.°C 3)20°C 4)36g 5)200g 6)0,4cal/g.°C 7)300g 8)200°C
Iremos prosseguir na matéria, iniciando a terceira seção. Aconselho que a leia no livro. Em caso de dúvidas, escreva um comentário . Se precisar, estarei na escola na quinta-feira 13/8, de 11h às 12h.
Ela trata de um tipo de calor, que quando é recebido pelo corpo, provoca a elevação de sua temperatura: o calor sensível. É o tipo de calor que recebemos quando tomamos banho de Sol ou quando colocamos uma panela de água para aquecer.
A quantidade de calor sensível, notada pela letra Q ( o livro de vocês usa DQ), que um corpo ou uma substância de massa m recebe, irá provocar nele um aumento de temperatura DT (lê-se “delta T”). A variação da temperatura DT é calculada pela diferença entre as temperaturas final e inicial : DT = Tfinal – Tinicial
Em geral, medimos Q em calorias (cal), m em gramas (g) e DT em grau Celsius(oC).
Cada substância tem um aquecimento característico quando ela recebe o calor. Os metais, recebendo pouco calor, sofrem grande aumento de temperatura; já a água precisa receber muito calor para se aquecer. Existe uma constante, que é tabelada para cada estado físico de cada substância, chamada de calor específico c.
O calor específico determina a quantidade de calor que cada um grama da substância precisa receber para que sua temperatura aumente de um grau Celsius. A água precisa receber uma caloria de calor para que a temperatuta de cada um grama de água tenha a sua temperatura aumentada de 1oC, isto é o calor específico da água é c = 1 caloria por grama e por grau Celsius, ou seja c = 1 cal/g.oC. Já o ferro possui um calor específico bem menor : c(ferro) = 0,11 cal/g. oC.
Existe uma expressão que relaciona essas quatro grandezas acima. Ela é a fórmula fundamental da calorimetria:
Q = m.c.DT
onde # Q é a quantidade de calor recebida, medida em calorias (cal);
# m é a massa do corpo ou material que está sendo aquecida, medida em
gramas (g);
# c é o calor específico do material, medido em cal/g. oC;
# DT é a variação de temperatura ocorrida, medida em graus Celsius (oC).
Faça os exercícios das folhas 1 e 2 , a seguir.
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CALORIMETRIA 1 – EXERCÍCIOS
Folha 1
Repita os exercícios a seguir, conforme o exemplo.
1. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 100g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 10°C para 85°C ?
Q=?
m=100g
c=1cal/g.°C
DT=85-10=75°C Q = m.c.DT
Q=100.1.75
Q=7500 cal
2. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 250g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 20°C para 60°C ?
3. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 100g de alumínio (c=0,2cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 50°C para 250°C ?
4. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 300g de ferro (c=0,1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 12°C para 77°C ?
5. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 20g de gelo (c=0,5cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de -30°C para -10°C ?
6. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 200g de vapor (c=0,4cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 110°C para 160°C ?
7. Calcule quantas calorias devemos fornecer a 150g de água (c=1cal/g.°C) para que sua temperatura se eleve de 25°C para 85°C ?
Respostas
2)10000cal 3)4000cal 4)1950cal 5)200cal 6)4000cal 7)9000cal
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CALORIMETRIA 1 – EXERCÍCIOS
Folha 2
Vamos trabalhar as inversões da fórmula fundamental da calorimetria:
Q = m.c.DT m = Q ou c = Q ou DT = Q
c.DT m.DT m.c
Identifique cada dado, a pergunta e faça a conta, como o exemplo a seguir.
1. Um corpo de massa 50g recebe 300 calorias e a sua temperatura sobe de -10°C até 20°C. Determine o seu calor específico.
Q = 300 cal
m = 50 g
c = ?
DT = 20 - (-10) = 30 °C
c = 300 = 0,2 cal/g.°C
50.30
2. Uma amostra de 100 g de um líquido tem sua temperatura aumentada de 10°C para 30°C quando absorve 2000 calorias. Qual é o calor específico desse líquido?
3. 1000 g de glicerina (c=0,6cal/g.°C) recebe 12000 cal de uma fonte.Determine a variação de temperatura que ela sofrerá?
4. Uma substância (c=0,4cal/g.°C) está a 20°C. Ao receber 720 cal, sua temperatura passa a 50°C. Determine a sua massa.
5. Uma certa massa de água (c=1cal/g.°C),ao receber 8000 calorias, tem sua temperatura elevada de 35°C para 75°C. Determine o valor dessa massa.
6. Uma amostra de 200 g de um líquido tem sua temperatura aumentada de 20°C para 70°C quando absorve 4000 calorias. Qual é o calor específico desse líquido?
7. Uma substância (c=0,1cal/g.°C) está a 20°C. Ao receber 1950 cal, sua temperatura passa a 85°C. Determine a sua massa.
8. 100 g de um metal (c=0,2cal/g.°C) recebe 4000 cal de uma fonte.Determine a variação de temperatura que ela sofrerá?
Respostas
2)1cal/g.°C 3)20°C 4)36g 5)200g 6)0,4cal/g.°C 7)300g 8)200°C
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
FISICA - 9A - TEXTO PARA A ATIVIDADE 1
Queridos alunos,
Caso voce não esteja com o seu livro de Física, entre em http://dl.getdropbox.com/u/745303/SECAO2LIVRODEFISICA.pdf
Coloquei nele o texto a ser trabalhado na primeira atividade. Devem faltar alguns acentos... Desculpem.
Vera
Caso voce não esteja com o seu livro de Física, entre em http://dl.getdropbox.com/u/745303/SECAO2LIVRODEFISICA.pdf
Coloquei nele o texto a ser trabalhado na primeira atividade. Devem faltar alguns acentos... Desculpem.
Vera
GEOGRAFIA - Atividades da Semana

Uma volta às aulas um pouco diferente!
Parece estranho, mas devemos começar assim: à distância. Estou certo de que isso é necessário no momento e não impede o aprendizado. A atividade solicitada trabalha com conteúdos e habilidades do Curso de Geografia programado para o mês de agosto. Siga as recomendações de estudo, as orientações gerais e faça o que se pede abaixo.
Trabalhe com empenho e dedicação!
Trabalhe com empenho e dedicação!
O texto a seguir trata de um assunto muito importante: as Zonas Mortas. Conhecemos o significado deste termo geográfico no jogo de basquete, mas há outros lugares que também recebem este nome.
Leia o texto e em seguida faça as atividades solicitadas.
A hora da zona morta
Estudo identifica crescimento de “desertos marítimos”
Elisa Marconi e Francisco Bicudo
Há cerca de 400 regiões nos oceanos de nosso planeta em que nenhum ou quase nenhum organismo é capaz de viver. Essas áreas são conhecidas como zonas mortas e foram o objeto de um amplo estudo desenvolvido por Robert Diaz, do Instituto de Ciência Marinha da Virgínia, nos Estados Unidos, e por Rutger Rosenberg, do Departamento de Ecologia Marinha da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. As conclusões do trabalho foram publicadas em agosto (de 2008), na prestigiosa revista científica Science, uma das mais respeitadas da área, e rapidamente ganharam repercussão pública.
O destaque não aconteceu por acaso. No artigo, Diaz e Rosemberg revelam que a extinção da vida nessas regiões deve-se essencialmente à escassez de oxigênio e que a queda acentuada desse elemento na água do mar acontece por conta da presença aumentada de nutrientes químicos, que por sua vez estimulam a atividade microbiana e provocam finalmente a morte ou a dispersão de muitos organismos marinhos. Trocando em miúdos: quando chegam mais nutrientes aos oceanos, as algas ali presentes têm mais alimentos à disposição e se reproduzem mais velozmente. “Onde vivem mais algas, também mais algas morrem. E as que morrem vão se depositar no fundo do mar, onde são decompostas por bactérias. Para degradar as algas, as bactérias utilizam oxigênio”, explica o professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO/USP), Alexander Turra. O especialista completa o circuito: “essa decomposição atinge tal intensidade que chega um momento em que não tem mais oxigênio ali. Os biólogos chamam esse processo de eutroficação. Assim nascem as zonas mortas”. Ainda mais alarmante do que o fato de o trabalho ter identificado as 400 zonas mortas atualmente existentes é a constatação de que elas estão se expandindo. O tamanho delas dobrou a cada década, desde 1960; apenas entre 1995 e 2007, o ritmo foi ainda mais acelerado, ampliando essas regiões em 33%.
O especialista da USP lembra que a degradação das algas é um processo natural e que precisa acontecer para que o equilíbrio ecológico se mantenha. O problema aparece quando esse delicado equilíbrio se desfaz. É essa injeção de ânimo extra na cadeia trófica, representada pelos nutrientes em excesso, que gera como conseqüência o desaparecimento do oxigênio. E o que parecia ser um estímulo à vida é, na verdade, o início do fim. É por meio da água doce que desemboca no oceano, carregada de esgoto doméstico urbano e de fertilizantes agrícolas, que substâncias químicas que alimentam as algas unicelulares chegam em quantidades exageradas ao mar. Quando esse fluxo doce encontra pontos onde a água do mar se movimenta menos, seja porque há menos corrente, menos ondas, ou menos ventos, a situação se agrava. É como se fosse um aquário: o esgoto e os fertilizantes não se dissipam, e a eutroficação tem início. Essas condições costumam se apresentar simultaneamente em regiões costeiras, onde a coluna d’água fica aprisionada na baía. E foi exatamente isso que o artigo publicado na Science mostrou.
Das 400 zonas mortas apontadas pelos pesquisadores Diaz e Rosemberg, a maioria absoluta está localizada em áreas próximas ao litoral. Chamam a atenção pela profusão desses desertos marítimos a costa da Europa – com destaque para o Mar Negro –, além de trechos da Ásia e dos Estados Unidos. O Brasil conta com seis áreas oceânicas eutróficas, segundo o artigo: a Lagoa dos Patos, em Porto Alegre (RS); a Baía da Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio (RJ); a Bacia do Pino, em Recife (PE); a Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC) e a Lagoa de Imboassica, em Macaé (RJ). Embora as zonas mortas daqui representem menos de 2% do total mundial, não há motivos para comemoração. Para Turra, “o fato de só aparecerem seis áreas aqui não significa que estamos cuidando bem dos nossos mares. Significa dizer que há estudos para essas áreas. Ou seja, se forem feitas mais pesquisas, certamente encontraremos outras localidades com o mesmo problema”, alerta o professor da USP.
O que chama a atenção e assusta é que a eutroficação de áreas oceânicas tem conseqüências bem sérias, mas suas causas são conhecidas e simples: esgoto e fertilizante. Também as formas de combate a essa poluição são bem difundidas, há tecnologia disponível para tratar de maneira eficiente o esgoto doméstico e para evitar que os fertilizantes cheguem aos rios e, assim, ao mar. “O problema é que onde há acúmulo de gente, em geral o esgoto caseiro não é tratado. Chega intacto aos rios, lagoas e ao oceano. A combinação de uso excessivo de fertilizantes e eliminação da mata ciliar faz com que essas substâncias químicas cheguem aos veios d’água sem nenhum impedimento”, lamenta o professor, apontando que criar as condições necessárias para impedir o aumento das zonas mortas não seria nada difícil. “Bastaria tratar o esgoto, colocar fertilizante com orientação, para não exagerar, e preservar a mata ciliar”, ensina Turra. Outro caminho apontado por ele é a pesquisa. Artigos como o publicado por Robert Diaz e Rutger Rosenberg fazem avançar o conhecimento mundial sobre os problemas ambientais. “Sem serem sensacionalistas, fazendo pesquisa de qualidade e de importância mundial, os dois cientistas estão ajudando a mobilizar a sociedade”, reforça. Estudos na área de tratamento de efluentes e de uso consciente de fertilizantes também são importantes, assim como orientações que as universidades muitas vezes oferecem aos agricultores, destaca Turra.
(http://www.sinprosp.org.br/especiais.asp?especial=214&materia=460 - 21:09 – 30/08/2008)
Atividades:
1) Selecione as partes mais importantes do texto;
Atividades:
1) Selecione as partes mais importantes do texto;
2) Copie sua seleção e monte um resumo sobre o assunto. Lembre-se de dar um novo título ao resumo;
3) Pesquise e selecione imagens (no mínimo 5) sobre o tema, e em seguida coloque-as entre os parágrafos do resumo que você montou;
4) Responda as seguintes questões:
a. Onde se localizam as Zonas Mortas?
b. Como surgem as Zonas Mortas? Ou seja, quais são as causas e quem são os seus causadores?
c. Os locais onde se desenvolvem essas causas não ficam necessariamente próximos das próprias Zonas Mortas. Por qual razão? O que faz a conexão entre as Zonas Mortas e os locais onde ocorreram suas causas?
a. Onde se localizam as Zonas Mortas?
b. Como surgem as Zonas Mortas? Ou seja, quais são as causas e quem são os seus causadores?
c. Os locais onde se desenvolvem essas causas não ficam necessariamente próximos das próprias Zonas Mortas. Por qual razão? O que faz a conexão entre as Zonas Mortas e os locais onde ocorreram suas causas?
5) Produza três mapas, sendo:
a. Um para localizar as zonas mortas no território brasileiro;
b. Outro para localizar as zonas mortas espalhadas pelo mundo;
c. E outro para representar e localizar um exemplo das causas e dos causadores das Zonas Mortas.
Orientações gerais:
- Todas as Atividades (de 1 a 5) devem ser entregues na aula do dia 18 de agosto terça-feira e valem 10 (dez) pontos. Como são obrigatórias, elas serão exigidas mesmo fora deste período, e passam a valer respectivamente: 8 (oito) pontos até a aula do dia 20 quinta-feira; e 5 (cinco) pontos entre os dias 21 e 28 de agosto. Após este período o aluno ficará automaticamente com nota 0 (zero);
- As atividades de 1 a 4 devem ser feitas no computador, com fonte Arial tamanho 12, e devem ser impressas e entregues ao professor no dia 18;
- A atividade 5 deve ser feita à mão livre, de forma artística e criativa. O aluno pode usar os materiais que achar mais interessante. Não há tamanho pré-definido para cada mapa, o importante é que as informações estejam legíveis e organizadas. A qualidade estética do trabalho também conta;
- Esclarecimentos e dúvidas favor enviar e-mail para rangeografia@hotmail.com, ou, ligar na escola (11-5523.6655) nos seguintes dias e horários:
-12/08 quarta-feira das 14 às 16 horas;
-13/08 quinta-feira das 9 às 12 horas.
Obrigado e Bom trabalho!
Prof. Rangel Lima Garcia
a. Um para localizar as zonas mortas no território brasileiro;
b. Outro para localizar as zonas mortas espalhadas pelo mundo;
c. E outro para representar e localizar um exemplo das causas e dos causadores das Zonas Mortas.
Orientações gerais:
- Todas as Atividades (de 1 a 5) devem ser entregues na aula do dia 18 de agosto terça-feira e valem 10 (dez) pontos. Como são obrigatórias, elas serão exigidas mesmo fora deste período, e passam a valer respectivamente: 8 (oito) pontos até a aula do dia 20 quinta-feira; e 5 (cinco) pontos entre os dias 21 e 28 de agosto. Após este período o aluno ficará automaticamente com nota 0 (zero);
- As atividades de 1 a 4 devem ser feitas no computador, com fonte Arial tamanho 12, e devem ser impressas e entregues ao professor no dia 18;
- A atividade 5 deve ser feita à mão livre, de forma artística e criativa. O aluno pode usar os materiais que achar mais interessante. Não há tamanho pré-definido para cada mapa, o importante é que as informações estejam legíveis e organizadas. A qualidade estética do trabalho também conta;
- Esclarecimentos e dúvidas favor enviar e-mail para rangeografia@hotmail.com, ou, ligar na escola (11-5523.6655) nos seguintes dias e horários:
-12/08 quarta-feira das 14 às 16 horas;
-13/08 quinta-feira das 9 às 12 horas.
Obrigado e Bom trabalho!
Prof. Rangel Lima Garcia
domingo, 9 de agosto de 2009
Matemática 9A - 10/08/2009
Queridos alunos,
Vamos recordar o que aprendemos no final do semestre passado para que possamos, então, prosseguir no estudo da matéria.
Envio duas listas de exercícios que corrigirei na nossa primeira aula.
Na primeira lista, basta fatorar o radicando, simplificar e logo multiplicar os fatores externos.
Se tiverem dúvidas podem comentar aqui ou mandar via e-mail: ckaliks@gmail.com
Responderei sempre no final da tarde.
Bom trabalho a todos!
Constanza.

Vamos recordar o que aprendemos no final do semestre passado para que possamos, então, prosseguir no estudo da matéria.
Envio duas listas de exercícios que corrigirei na nossa primeira aula.
Na primeira lista, basta fatorar o radicando, simplificar e logo multiplicar os fatores externos.
Se tiverem dúvidas podem comentar aqui ou mandar via e-mail: ckaliks@gmail.com
Responderei sempre no final da tarde.
Bom trabalho a todos!
Constanza.

PORTUGUÊS 2 - Interpretação de Textos
Queridos Alunos!!!
Para que possamos "aquecer as turbinas" e retomar com alegria as aulas na próxima semana, estou enviando alguns textos para interpretação.
1. Os textos e exercícios poderão ser copiados diretamente no caderno ou impressos e resolvidos na própria folha (neste caso, cole a folha no caderno de gramática para garantir maior organização).
2. Esta tarefa será vistada e corrigida em 17/08, em nossa aula avulsa.
3. Dúvidas poderão ser enviadas para meu e-mail: valeriafaria@msn.com
Bom Trabalho e Grande Abraço a todos!
Valeria
TEXTO 1: GENTE HUMILDE
Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar.
Igual a como quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem vindo de trem de algum lugar
E aí me dá como uma inveja dessa gente
Que vai em frente sem nem ter com quem contar.
São casas simples com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda flores tristes e baldias
Como alegria que não tem onde encostar.
E aí me dá uma tristeza no meio peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio peço a Deus por minha gente
É gente humilde - que vontade de chorar.
(Garoto, Vinícius de Morais e Chico Buarque de Hollanda)
1) "Tem certos dias em que eu penso em minha gente." Gramaticalmente, o verbo ter não está corretamente empregado neste verso: "Tem certos dias..." O certo seria: Há certos dias ..... Entretanto, o autor preferiu empregar o verbo ter no lugar de haver, pois
desconhecia a regra gramatical
queria transmitir idéia de simplicidade, deixando-se levar pela linguagem popular
sua intenção era transmitir e não oferecer acertos gramaticais
usou a licença poética
não valorizava muito a gramática
2) "Tem certos dias em que eu penso em minha gente." O poeta usou a expressão "minha gente" porque
a)gostava muito daquela gente
b)tratava-se de seus admiradores
c)também descendia de gente humilde e se achava parte daquela gente
d)sentia muita pena daquela gente
e)era um rei e aquela gente lhe pertencia
3) As cadeiras nas calçadas nos transmitem a idéia de
a) abandono
b) relaxo
c) desocupação
d) familiaridade, espírito comunitário
e) aquecimento ao sol
4) É correto a respeito do texto:
a) O poeta pensa todos os dias em sua gente
b) Ao pensar em sua gente o poeta se alegra
c) Apesar da falta de apoio dos mais fortes, o povo não se deixa abater
d) O poeta crê em Deus
e) Não existe um sentimento de solidariedade entre o poeta e a gente humilde a que se refere
5) Pode-se afirmar a respeito do texto que:
O poeta é totalmente realizado
O poeta sente-se feliz por se identificar com o povo simples
O poeta sente-se frustrado por sua impotência em não poder ajudar sua gente
O poeta não se sente realizado, por ser pobre como seu povo
O poeta não possui qualquer identificação com o povo que descreve
6) O poeta inveja a "gente humilde", sobretudo, por sua (dela):
a) força de vontade d) alegria
b) humildade e) honestidade
c) simplicidade
TEXTO 2: O HOMEM ENERGÉTICO
Imagine uma cidade antiga, sem energia elétrica. Vamos passear por ela, à noite. As ruas completamente escuras. Com um pouco de sorte, poderá haver um luar agradável, permitindo enxergar o contorno das casas e a torre da igreja.
Na sala de uma casa qualquer, após o jantar, um grande lampião de gasolina ilumina todo o ambiente. Produz uma luz intensa, muito branca, por causa de uma pequena rede de titânio que envolve a chama. Esta, aquecida, emite uma luz muito mais forte e clara que a chama tremeluzente amarelo-avermelhada de um simples lampião de querosene ou de uma lamparina.
Nessa sala, cada membro da família se entrega a um passatempo favorito: tricô, vitrola de corda, jogo de cartas, leitura. Não existe televisão, rádio, videofilmes ou outros passatempos eletrônicos. Tampouco a enorme variedade de eletrodomésticos que substituem o esforço físico na realização dos trabalhos de rotina.
Sem muito que fazer, dormem demasiado cedo. A falta de luz castiga a vista; é grande o consumo de querosene, de gasolina e de velas. Toda atividade é penosa. Durante a noite, fica acesa apenas uma ou outra lamparina. O silêncio é completo. Não existem buzinas nem roncos de motores acelerados. Ouve-se apenas o ruído compassado dos cascos ferrados de cavalos batendo nas pedras do calçamento.
Parece uma cidade fictícia, mas não é. É São Paulo do século retrasado. O Brasil teve sua primeira usina hidrelétrica em 1889. Em 1900, quando começaram os bondes elétricos, em São Paulo já existia gerador a vapor. Próximo de 1930, era, preponderantemente, a gás a iluminação das ruas. Nas casas, a eletricidade era empregada apenas para acender umas poucas lâmpadas.
Como as locomotivas, as máquinas industriais eram movidas, principalmente, a vapor obtido de grandes caldeiras aquecidas pela queima de carvão inglês. De manhã, ouviam-se os apitos emitidos pelas caldeiras das fábricas, anunciando a hora da entrada para o trabalho. À tarde, os acendedores de lampiões, funcionários públicos, acendiam os postes de iluminação da cidade.
Para uma pessoa nascida no final do século vinte, é difícil sequer imaginar a vida na cidade sem eletricidade. Quase não se vê uma casa, modesta que seja, sem ter sobre o telhado, uma arborescente antena de televisão e, na cozinha, pelo menos um liquidificador. É o progresso, dizemos. Sem energia, não há civilização, não há desenvolvimento!
O controle de várias formas de energia deu ao homem um enorme poder sobre a natureza - de construir ou destruir. O progresso dos últimos cem anos foi superior ao que aconteceu nos cinqüenta séculos da conhecida história da humanidade.
Esse progresso mecânico, porém, baseado apenas no domínio da energia, pode ser sempre considerado benéfico à espécie humana? Foi o resultado do real aumento da inteligência ou da capacidade de compreensão humana? Não poderá o emprego das diversas fontes de energia, em larga escala, gerar algum prejuízo, alguma conseqüência negativa para a própria natureza?
(Adaptado de BRANCO, Samuel Murgel. Energia e Meio Ambiente. São Paulo. Moderna, 1991, Coleção Polêmica)
1) De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
a) o progresso só traz conseqüências benéficas à humanidade.
b) a tecnologia, ao lado bem, pode trazer o mal.
c) o homem possui inteligência para somente produzir o bem.
d) as técnicas humanas nem sempre são bem entendidas por todos.
e) jamais o homem, usando a eletricidade, proporcionará apenas o bem.
2) O texto afirma que:
com o progresso, a cidade de São Paulo, não mais viveu na escuridão.
uma cidade sem eletricidade não proporciona o conforto de hoje.
um paulistano de hoje, nem imagina sua cidade sem eletricidade.
a energia elétrica resolveu todos os problemas dos paulistanos.
as fontes de energia são a salvação do homem de hoje.
3) Pelo texto, pode-se concluir, unicamente, com certeza, que:
a) a história da humanidade é conhecida há pelo menos 5000 anos.
b) a eletricidade apenas foi conhecida no final do século XX.
c) o homem não consegue viver sem as fontes de energia elétrica.
d) sem energia elétrica, não há progresso humano.
e) as antenas de TV indicam progresso em benefício da humanidade.
4) Na antiga cidade de São Paulo, antes da chegada da energia elétrica, vivia-se, segundo o texto:
a) com mais intensidade familiar, no ambiente doméstico.
b) com problemas de visão, decorrentes da falta de luminosidade.
c) sem ilusão e fantasia, porque não havia videofilmes.
d) sem fraternidades, porque cada família se fechava em si mesma.
e) com problemas de comunicação, pois as antenas eram precárias.
5). De acordo com o texto, é válido afirmar que, na antiga São Paulo:
a) os eletrodomésticos substituíam o esforço físico.
b) à noite, pela falta de luz elétrica, nada se podia ver ou enxergar.
c) apenas o querosene iluminava as casas de seus habitantes.
d) a luz proveniente da queima do querosene era a mais forte de todas.
e) por não existir muita atividade à noite, dormiam cedo.
6) Os bondes elétricos começaram a transitar em São Paulo:
a) na terceira década do século passado.
b) no ano em que surgiu, em São Paulo, a primeira usina hidrelétrica.
c) no ano em que foi descoberta a energia elétrica.
d) após a iluminação das ruas com a energia elétrica.
e) no último ano do século XIX.
7)De acordo com o autor, com o controle de várias formas de energia, o homem sentiu-se de posse de enorme poder que permite:
a) dominar o mundo.
b) propiciar a toda humanidade mais conforto e progresso.
c) iluminar as cidades e mover as fábricas e veículos.
d) construir e destruir.
e) atuar na sociedade, diminuindo a distância entre as classes.
Para que possamos "aquecer as turbinas" e retomar com alegria as aulas na próxima semana, estou enviando alguns textos para interpretação.
1. Os textos e exercícios poderão ser copiados diretamente no caderno ou impressos e resolvidos na própria folha (neste caso, cole a folha no caderno de gramática para garantir maior organização).
2. Esta tarefa será vistada e corrigida em 17/08, em nossa aula avulsa.
3. Dúvidas poderão ser enviadas para meu e-mail: valeriafaria@msn.com
Bom Trabalho e Grande Abraço a todos!
Valeria
TEXTO 1: GENTE HUMILDE
Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar.
Igual a como quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem vindo de trem de algum lugar
E aí me dá como uma inveja dessa gente
Que vai em frente sem nem ter com quem contar.
São casas simples com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda flores tristes e baldias
Como alegria que não tem onde encostar.
E aí me dá uma tristeza no meio peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio peço a Deus por minha gente
É gente humilde - que vontade de chorar.
(Garoto, Vinícius de Morais e Chico Buarque de Hollanda)
1) "Tem certos dias em que eu penso em minha gente." Gramaticalmente, o verbo ter não está corretamente empregado neste verso: "Tem certos dias..." O certo seria: Há certos dias ..... Entretanto, o autor preferiu empregar o verbo ter no lugar de haver, pois
desconhecia a regra gramatical
queria transmitir idéia de simplicidade, deixando-se levar pela linguagem popular
sua intenção era transmitir e não oferecer acertos gramaticais
usou a licença poética
não valorizava muito a gramática
2) "Tem certos dias em que eu penso em minha gente." O poeta usou a expressão "minha gente" porque
a)gostava muito daquela gente
b)tratava-se de seus admiradores
c)também descendia de gente humilde e se achava parte daquela gente
d)sentia muita pena daquela gente
e)era um rei e aquela gente lhe pertencia
3) As cadeiras nas calçadas nos transmitem a idéia de
a) abandono
b) relaxo
c) desocupação
d) familiaridade, espírito comunitário
e) aquecimento ao sol
4) É correto a respeito do texto:
a) O poeta pensa todos os dias em sua gente
b) Ao pensar em sua gente o poeta se alegra
c) Apesar da falta de apoio dos mais fortes, o povo não se deixa abater
d) O poeta crê em Deus
e) Não existe um sentimento de solidariedade entre o poeta e a gente humilde a que se refere
5) Pode-se afirmar a respeito do texto que:
O poeta é totalmente realizado
O poeta sente-se feliz por se identificar com o povo simples
O poeta sente-se frustrado por sua impotência em não poder ajudar sua gente
O poeta não se sente realizado, por ser pobre como seu povo
O poeta não possui qualquer identificação com o povo que descreve
6) O poeta inveja a "gente humilde", sobretudo, por sua (dela):
a) força de vontade d) alegria
b) humildade e) honestidade
c) simplicidade
TEXTO 2: O HOMEM ENERGÉTICO
Imagine uma cidade antiga, sem energia elétrica. Vamos passear por ela, à noite. As ruas completamente escuras. Com um pouco de sorte, poderá haver um luar agradável, permitindo enxergar o contorno das casas e a torre da igreja.
Na sala de uma casa qualquer, após o jantar, um grande lampião de gasolina ilumina todo o ambiente. Produz uma luz intensa, muito branca, por causa de uma pequena rede de titânio que envolve a chama. Esta, aquecida, emite uma luz muito mais forte e clara que a chama tremeluzente amarelo-avermelhada de um simples lampião de querosene ou de uma lamparina.
Nessa sala, cada membro da família se entrega a um passatempo favorito: tricô, vitrola de corda, jogo de cartas, leitura. Não existe televisão, rádio, videofilmes ou outros passatempos eletrônicos. Tampouco a enorme variedade de eletrodomésticos que substituem o esforço físico na realização dos trabalhos de rotina.
Sem muito que fazer, dormem demasiado cedo. A falta de luz castiga a vista; é grande o consumo de querosene, de gasolina e de velas. Toda atividade é penosa. Durante a noite, fica acesa apenas uma ou outra lamparina. O silêncio é completo. Não existem buzinas nem roncos de motores acelerados. Ouve-se apenas o ruído compassado dos cascos ferrados de cavalos batendo nas pedras do calçamento.
Parece uma cidade fictícia, mas não é. É São Paulo do século retrasado. O Brasil teve sua primeira usina hidrelétrica em 1889. Em 1900, quando começaram os bondes elétricos, em São Paulo já existia gerador a vapor. Próximo de 1930, era, preponderantemente, a gás a iluminação das ruas. Nas casas, a eletricidade era empregada apenas para acender umas poucas lâmpadas.
Como as locomotivas, as máquinas industriais eram movidas, principalmente, a vapor obtido de grandes caldeiras aquecidas pela queima de carvão inglês. De manhã, ouviam-se os apitos emitidos pelas caldeiras das fábricas, anunciando a hora da entrada para o trabalho. À tarde, os acendedores de lampiões, funcionários públicos, acendiam os postes de iluminação da cidade.
Para uma pessoa nascida no final do século vinte, é difícil sequer imaginar a vida na cidade sem eletricidade. Quase não se vê uma casa, modesta que seja, sem ter sobre o telhado, uma arborescente antena de televisão e, na cozinha, pelo menos um liquidificador. É o progresso, dizemos. Sem energia, não há civilização, não há desenvolvimento!
O controle de várias formas de energia deu ao homem um enorme poder sobre a natureza - de construir ou destruir. O progresso dos últimos cem anos foi superior ao que aconteceu nos cinqüenta séculos da conhecida história da humanidade.
Esse progresso mecânico, porém, baseado apenas no domínio da energia, pode ser sempre considerado benéfico à espécie humana? Foi o resultado do real aumento da inteligência ou da capacidade de compreensão humana? Não poderá o emprego das diversas fontes de energia, em larga escala, gerar algum prejuízo, alguma conseqüência negativa para a própria natureza?
(Adaptado de BRANCO, Samuel Murgel. Energia e Meio Ambiente. São Paulo. Moderna, 1991, Coleção Polêmica)
1) De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
a) o progresso só traz conseqüências benéficas à humanidade.
b) a tecnologia, ao lado bem, pode trazer o mal.
c) o homem possui inteligência para somente produzir o bem.
d) as técnicas humanas nem sempre são bem entendidas por todos.
e) jamais o homem, usando a eletricidade, proporcionará apenas o bem.
2) O texto afirma que:
com o progresso, a cidade de São Paulo, não mais viveu na escuridão.
uma cidade sem eletricidade não proporciona o conforto de hoje.
um paulistano de hoje, nem imagina sua cidade sem eletricidade.
a energia elétrica resolveu todos os problemas dos paulistanos.
as fontes de energia são a salvação do homem de hoje.
3) Pelo texto, pode-se concluir, unicamente, com certeza, que:
a) a história da humanidade é conhecida há pelo menos 5000 anos.
b) a eletricidade apenas foi conhecida no final do século XX.
c) o homem não consegue viver sem as fontes de energia elétrica.
d) sem energia elétrica, não há progresso humano.
e) as antenas de TV indicam progresso em benefício da humanidade.
4) Na antiga cidade de São Paulo, antes da chegada da energia elétrica, vivia-se, segundo o texto:
a) com mais intensidade familiar, no ambiente doméstico.
b) com problemas de visão, decorrentes da falta de luminosidade.
c) sem ilusão e fantasia, porque não havia videofilmes.
d) sem fraternidades, porque cada família se fechava em si mesma.
e) com problemas de comunicação, pois as antenas eram precárias.
5). De acordo com o texto, é válido afirmar que, na antiga São Paulo:
a) os eletrodomésticos substituíam o esforço físico.
b) à noite, pela falta de luz elétrica, nada se podia ver ou enxergar.
c) apenas o querosene iluminava as casas de seus habitantes.
d) a luz proveniente da queima do querosene era a mais forte de todas.
e) por não existir muita atividade à noite, dormiam cedo.
6) Os bondes elétricos começaram a transitar em São Paulo:
a) na terceira década do século passado.
b) no ano em que surgiu, em São Paulo, a primeira usina hidrelétrica.
c) no ano em que foi descoberta a energia elétrica.
d) após a iluminação das ruas com a energia elétrica.
e) no último ano do século XIX.
7)De acordo com o autor, com o controle de várias formas de energia, o homem sentiu-se de posse de enorme poder que permite:
a) dominar o mundo.
b) propiciar a toda humanidade mais conforto e progresso.
c) iluminar as cidades e mover as fábricas e veículos.
d) construir e destruir.
e) atuar na sociedade, diminuindo a distância entre as classes.
PORTUGUÊS - Leitura de Agosto
Queridos Alunos!
Não esqueçam e nem deixem para a última hora a leitura deste mês: 27/08 - O menino no espelho – Fernando Sabino
Abraços!
Profa. Valeria
Não esqueçam e nem deixem para a última hora a leitura deste mês: 27/08 - O menino no espelho – Fernando Sabino
Abraços!
Profa. Valeria
FÍSICA - 9A - para 10 e 11/8
Queridos alunos,
Para começar esquentar os motores, vamos relembrar três fenômenos que vocês estudaram nos anos 7 e 8 : a condução , a convecção e a radiação ( ou irradiação) de calor.
Para tal, vocês irão ler uma seção do livro e resumi-la. Visando auxiliá-los nisso, sugiro que sigam o roteiro dado.
No último curso, estudamos a primeira seção do capítulo "Primeira lei da termodinâmica".
Nos livros novos é o capítulo 12 e nos mais antigos é o capítulo 13. Nela estudamos que o calor é uma forma de energia, que é transferida de um corpo para outro em virtude unicamente de uma diferença de temperatura entre eles.
Passando ao estudo da segunda seção “TRANSFERÊNCIA DE CALOR”, você deve lê-la inteirinha. No seu caderno ou em folhas avulsas, faça um resumo, seguindo o esquema, baseando-se no texto lido:
Título : TRANSFERÊNCIA DE CALOR
Subtítulo : Condução
_ Descreva o mecanismo de propagação de calor, por condução , através de um sólido.
_ Dê exemplos de materiais que são bons condutores de calor. Cite materiais que são bons isolantes térmicos.
_ Explique por que um agasalho impede que uma pessoa sinta frio.
Subtítulo : Convecção
_ Descreva como se formam as correntes de convecção nos líquidos ou gases.
_ Cite algumas situações nas quais as correntes de convecção desempenham um papel importante.
Subtítulo : Radiação
_ Dê exemplos de situações em que o calor esteja sendo transferido por radiação.
_ Diga a diferença entre um corpo escuro e um corpo claro, em termos de absorção e reflexão de calor.
Subtítulo : Exercícios de fixação
Resolva os exercícios dessa seção do livro ( do 5 ao 9 ). Confira as respostas dadas com as do final do livro (ou do capítulo, dependendo da edição de seu livro).
Aguardem a segunda atividade. Tenham um bom trabalho!
Vera
Para começar esquentar os motores, vamos relembrar três fenômenos que vocês estudaram nos anos 7 e 8 : a condução , a convecção e a radiação ( ou irradiação) de calor.
Para tal, vocês irão ler uma seção do livro e resumi-la. Visando auxiliá-los nisso, sugiro que sigam o roteiro dado.
No último curso, estudamos a primeira seção do capítulo "Primeira lei da termodinâmica".
Nos livros novos é o capítulo 12 e nos mais antigos é o capítulo 13. Nela estudamos que o calor é uma forma de energia, que é transferida de um corpo para outro em virtude unicamente de uma diferença de temperatura entre eles.
Passando ao estudo da segunda seção “TRANSFERÊNCIA DE CALOR”, você deve lê-la inteirinha. No seu caderno ou em folhas avulsas, faça um resumo, seguindo o esquema, baseando-se no texto lido:
Título : TRANSFERÊNCIA DE CALOR
Subtítulo : Condução
_ Descreva o mecanismo de propagação de calor, por condução , através de um sólido.
_ Dê exemplos de materiais que são bons condutores de calor. Cite materiais que são bons isolantes térmicos.
_ Explique por que um agasalho impede que uma pessoa sinta frio.
Subtítulo : Convecção
_ Descreva como se formam as correntes de convecção nos líquidos ou gases.
_ Cite algumas situações nas quais as correntes de convecção desempenham um papel importante.
Subtítulo : Radiação
_ Dê exemplos de situações em que o calor esteja sendo transferido por radiação.
_ Diga a diferença entre um corpo escuro e um corpo claro, em termos de absorção e reflexão de calor.
Subtítulo : Exercícios de fixação
Resolva os exercícios dessa seção do livro ( do 5 ao 9 ). Confira as respostas dadas com as do final do livro (ou do capítulo, dependendo da edição de seu livro).
Aguardem a segunda atividade. Tenham um bom trabalho!
Vera
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Geografia - 07/08/2009

Olá Tchurminha!!!
Na próxima segunda-feira deixarei atividades para vocês. Caso tenham dúvidas referentes ao curso dado em maio, por favor encaminhem pelo meu e-mail: rangeografia@hotmail.com.
Bom final de semana!
Prof. Rangel Lima Garcia
Na próxima segunda-feira deixarei atividades para vocês. Caso tenham dúvidas referentes ao curso dado em maio, por favor encaminhem pelo meu e-mail: rangeografia@hotmail.com.
Bom final de semana!
Prof. Rangel Lima Garcia
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